quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Destaque de hoje - 23/01/2014 - OMT: Turismo internacional cresce acima das expectativas em 2013

No ano passado, o número de chegadas de turistas internacionais ficou acima das expectativas, apresentando um crescimento de 5% face a 2012, para 1.087 milhões, o que demonstra que, no ano passado, houve mais 52 milhões de turistas a viajar, de acordo com o último barómetro da Organização Mundial do Turismo (OMT) sobre o Turismo Mundial. 
Segundo os dados da OMT, a procura internacional destacou-se em destinos da Ásia-Pacífico e África, onde o crescimento foi de 6%, bem como da Europa, que apresentou uma subida de 5%, com as sub-regiões do sudeste asiático (+10%), Europa central e de leste (+7%), Europa Meridional e Mediterrânea (+6%) e Norte de África (6%) a afirmarem-se como as que mais cresceram. 
“2013 foi um ano excelente para o turismo internacional”, afirma Taleb Rifai, secretário-geral da OMT, considerando que “o sector do turismo demonstrou uma forte capacidade de adaptação às condições de mudança dos mercados, assim como para impulsionar o crescimento e a criação de emprego em todo o mundo”. 
E as perspectivas mantêm-se positivas também para este ano, com a OMT a estimar crescimentos entre 4% e 4,5% no número de chegadas internacionais para este ano, novamente acima das primeiras previsões, que apontavam uma subida na ordem dos 3,8% ao ano, entre 2010 e 2020. 
“Os resultados positivos de 2013 e as melhoras económicas mundiais previstas em 2014, criam um ambiente propício para outro ano de bons resultados para o turismo internacional. Neste contexto, a OMT insta os governos nacionais para que continuem a formular estratégias de apoio ao sector, assim como a cumprir os seus compromissos com um crescimento justo e sustentável”, considera Taleb Rifai. 
Para 2014, as perspectivas são particularmente positivas para as regiões da Ásia e Pacífico, onde o crescimento deve variar entre os 5% e os 6%, bem como África, com uma subida prevista de 4% a 6%, seguindo-se a Europa e as Américas, onde as subidas não devem ir além dos 3% ou 4%. Já no Médio Oriente, as perspectivas são positivas mas instáveis, com a OMT a prever crescimentos na ordem dos 0% a 5%. 
I.M.

in: http://www.turisver.com/article.php?id=63679

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Destaque de Hoje 02-12-2013 - Porto e Norte de Portugal aprova orçamento para 2014


por Raquel Relvas Neto

 O Turismo do Porto e Norte de Portugal aprovou o plano de actividades e orçamento para 2014, com um valor de 12 milhões de euros.
Em especial destaque está um aumento do investimento previsto na área da promoção e cujo valor é de +197%, passando de 1,9 milhões de euros em 2013 para 5,8 milhões no próximo ano.
Segundo Melchior Moreira, presidente da Entidade Regional de Turismo, em comunicado, este plano tem por base “quatro pilares básicos que inspiram a visão estratégica do desenvolvimento turístico do destino: sustentabilidade, diversidade, autenticidade e dinamização social do Turismo”. Este assegura ainda “uma perfeita articulação dos produtos estratégicos entre a oferta e a procura na região” e assume as competências que decorrem da nova Lei 33/2013, “das quais se destacam a integração do Polo de Desenvolvimento Turístico do Douro e o alargamento do seu âmbito de atuação promocional ao mercado Ibérico, reforçando claramente a promoção”.
“Assume-se como o Plano da Reestruturação que visa fundamentalmente, aplicar a política dos três E’s (+ economia, + eficiência + eficácia), em prol do desenvolvimento regional e da coesão territorial, em articulação com os municípios, a CCDR-N, os agentes do sector e as restantes entidades públicas e privadas, com vista a um destino forte e consolidado”.
Do Plano de Actividades faz ainda parte a continuidade/alargamento do projecto de instalação da Rede de Lojas Interactivas de Turismo, estudos de mercado contemplando o “Plano de Promoção Turística e o Plano de Marketing Turístico”, o Fórum Internacional de Turismo com vista à realização de uma Feira Internacional de Turismo a realizar em 2015, bem como, a aposta em promoção no Mercado Ibérico (online, através da participação em feiras, press trips e roadshows com recurso ao veículo da COBUS, desenhado para desenvolver um projecto designado “TOPAS – tourism office public auto service”, fruto de uma parceria estabelecida com a Salvador Caetano.



terça-feira, 19 de novembro de 2013

Destaque de Hoje - 19/11/2013 - ‘FiturGreen’ debate sustentabilidade e eficiência energética

‘FiturGreen’ debate sustentabilidade e eficiência energética

Por: Tiago da Cunha Esteves

A quinta edição do evento ‘FiturGreen’, no âmbito da Fitur 2013, em Madrid, vai abordar os principais passos para financiar a sustentabilidade e a eficiência energética. Empresas como a Bosch-Buderus, Balantia, Aqualogy e Prosolia vão apresentar as ferramentas que têm disponíveis para que os hotéis caminhem neste sentido.
Sob o tema “A Engeria do Turismo”, o evento será organizado pelo Instituto Tecnológico Hoteleiro (ITH) e pela Fitur, em colaboração com a Organização Mundial de Turismo (OMT) e o grupo Habitat Futura. O programa vai incluir a apresentação de ‘case studies’ no que diz respeito às tecnologias avançadas de monitorização e controlo energético, climatização eficiente e gestão da água, entre outros aspectos.

No próximo ano, e pela primeira vez, o programa do ‘FiturGreen’ vai incluir uma sessão paralela denominada “Green Hotel & Tourism Solutions”, que vai decorrer a 31 de Janeiro, entre as 14h30 e as 20h. O objectivo é abordar os aspectos mais operativos e de gestão, as instalações e as últimas inovações que estão a ganhar terreno no mercado. Também aqui serão apresentados casos práticos de grandes cadeias hoteleiras que estão a apostar em soluções sustentáveis.

Para o ano, lembre-se, a Fitur vai decorrer de 30 de Janeiro a 3 de Fevereiro, em Madrid.


In: http://www.publituris.pt/2012/12/18/fiturgreen-debate-sustentabilidade-e-eficiencia-energetica/

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Destaque de Hoje - 03/04/2013 - Desenvolvimento sustentável das cidades deve avançar apesar da crise


Desenvolvimento sustentável das cidades deve avançar apesar da crise
por lusa, publicado por Ana Pombo 

A concentração da população nas cidades exige novas soluções tecnológicas e arquitetónicas para um desenvolvimento sustentável na energia, água ou mobilidade, trabalho que deve avançar apesar das dificuldades da crise, defendeu hoje um especialista.
"A crise económica vem gerar um problema imediato, que não deve impedir-nos de trabalhar no que é igualmente importante, embora de mais longo prazo", ou seja, o desenvolvimento sustentável e inteligente das cidades, afirmou hoje o presidente do presidente do Foro Soria 21, Amálio de Marichalar.
Para o responsável pelo Fórum Mundial, que decorreu em Lisboa em 2011 e vai repetir-se no Porto, a 16 e 17 de abril, "uma crise desta natureza é uma grande oportunidade e é preciso saber incorporar novas formas de emprego, inovação, talento, cultura e a sustentabilidade como paradigma de desenvolvimento sustentável".
O encontro vai reunir especialistas em várias áreas de Portugal, Espanha e outros países, como Estados Unidos, para analisar novas propostas de modelos de cidades sustentáveis, inteligentes e "amigas do cidadão", tendo em conta que mais de metade da população mundial vive em grandes aglomerados urbanos.
A saúde no contexto das cidades, principal preocupação dos habitantes e dos responsáveis autárquicos, estará igualmente em destaque, relacionada com os focos de poluição e suas consequências, a prevenção possível e os cuidados relativos à terceira idade.
Para os promotores do Fórum Mundial, a educação, a cultura e o turismo são fatores essenciais de desenvolvimento das cidades, mas sem esquecer o respeito pela paisagem.

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Destaque de hoje: 02/10/2012 - Rota Vicentina ganha Prémio Welcome to Portugal

 Rota Vicentina ganha Prémio Welcome to Portugal

"A Rota Vicentina foi eleita recentemente vencedora do Prémio Welcome to Portugal, galardão que distingue as iniciativas nacionais que promovem o Destino Portugal e se constituem como um cartão-de-visita do país.

A Rota Vicentina é uma iniciativa da Associação Casas Brancas, que compreende sócios das várias áreas do turismo de Sagres a Grândola, passando pela Serra de Monchique.

O objetivo deste projeto é promover o turismo ecológico e rural em Portugal, especialmente no sudoeste alentejano e na costa vicentina, pretendendo o desenvolvimento sustentado desta região, através da promoção e desenvolvimento conjunto de uma rede de turismo de natureza, e organizando toda a oferta de forma elucidativa e atrativa para o público-alvo, nomeadamente internacional.

O principal objetivo do Prémio Welcome to Portugal, promovido pelo subcomité LIDE Turismo e Gastronomia do LIDE Portugal, é distinguir as iniciativas que envolvem as populações locais e que melhor promovem o Destino Portugal, cá dentro e lá fora."



quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Destaque de Hoje – 27/09/2012 – Dia Mundial do Turismo


Turismo foi maior exportador de serviços do país em 2011

O setor do turismo é o mais representativo em termos de exportações de serviços em Portugal, sendo responsável por 42,5 por cento do total em 2011, com variações homólogas positivas até aos dados mais recentes de julho deste ano.
De acordo com valores do Banco de Portugal, em julho deste ano as exportações de serviços no setor do turismo cresceram 8,3 por cento face ao período homólogo de 2011, depois de um aumento de 4,1 por cento no segundo trimestre e 7,2 nos primeiros três meses do ano.
Por seu lado, no total da economia, um número muito debatido dentro do ramo, segundo dados reunidos pelo Turismo de Portugal a partir do Instituto Nacional de Estatística, o turismo representava 9,2 por cento do Produto Interno Bruto em 2010.
O banco central, no boletim de verão, sublinhou que as exportações do turismo devem verificar uma "evolução favorável" este ano, contrariando a tendência dos serviços em geral em 2012.
Já em termos de importações, o turismo representou 26,1 por cento do total em 2011, tendo verificado uma redução de 3,7 por cento no segundo trimestre deste ano.
Desta forma, "no segundo trimestre de 2012, o saldo da balança turística prestou um contributo de 1.267 milhões de euros no saldo da balança corrente, que assim atingiu um saldo negativo de 1.158,8 milhões de euros", podia ler-se no documento de setembro sobre os resultados do setor do Turismo de Portugal.
"A balança corrente, sem o contributo do setor do turismo, atingiu um saldo negativo de 2.425,8 milhões de euros, no segundo trimestre deste ano, valor que correspondeu a um crescimento, face ao trimestre homólogo de 2011", acrescentavam os autores.
A taxa de cobertura da balança turística foi de 273,9 por cento em 2011, tendo crescido 32,7 pontos percentuais no segundo trimestre deste ano face ao mesmo período do ano passado.
 A secretária de Estado do Turismo, Cecília Meireles, afirmou à Lusa que o setor mostrou-se capaz de resistir, ao apresentar resultados positivos num ano que foi dos mais "complexos de sempre para o turismo em Portugal".
"A perspetiva que eu tenho do ano é francamente positiva, isto porque num ano que era extraordinariamente complexo, dos mais complexos de sempre para o turismo em Portugal, o setor mostrou que resiste e que tem resultados muito interessantes", disse Cecília Meireles.
As linhas gerais da revisão do Plano Estratégico Nacional do Turismo vão ser hoje apresentadas em Lisboa, data em que se comemora o Dia Mundial do Turismo.
Apesar dos resultados favoráveis, obtidos à base dos turistas estrangeiros, Cecília Meireles recordou que "a parte mais difícil deste ano tem a ver com o mercado interno", para o qual acredita que vão surgir soluções.
"Mesmo perante uma conjuntura que tinha muitos desafios o setor resistiu, persistiu e mais do que outra coisa mostrou que é um bom embaixador de Portugal, porque muitas vezes esquecemos que o turismo tem um grande papel em termos de imagem de Portugal", declarou a secretária de Estado do Turismo.
Ainda assim, Cecília Meireles lembrou que o país tem "problemas graves para atravessar" dentro do setor, dos quais se destaca a sazonalidade, em particular na Madeira e no Algarve.
Os mais recentes dados do Instituto Nacional de Estatística revelaram que a hotelaria registou 5,1 milhões de dormidas no mês de julho, um crescimento de 1,4 por cento face ao mesmo mês de 2011, com um aumento de receitas na ordem de 1,5 por cento.
Nos dados acumulados, entre janeiro e julho deste ano os proveitos totais caíram 2,5 por cento em relação aos primeiros sete meses de 2011, com um número mais positivo a surgir da parte dos visitantes estrangeiros, que registaram um aumento de 3,9 por cento.
*Este artigo foi escrito ao  abrigo do novo acordo ortográfico aplicado pela agência Lusa*

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Destaque de Hoje - 25-09-2012


Graciosa e Corvo atraem turistas por serem Reservas da Biosfera

A Graciosa e o Corvo, as duas mais pequenas ilhas dos Açores, são consideradas há cinco anos Reserva da Biosfera, uma classificação atribuída pela UNESCO que visa a conservação de paisagens e espécies, num contexto de desenvolvimento ecologicamente sustentável.

As duas pequenas ilhas possuem uma enorme riqueza de flora terrestre, num património único que se estende aos invertebrados, aos moluscos terrestres e, especialmente, à avifauna, sendo locais de nidificação de espécies raras e zonas de paragem e alimentação de aves migratórias nas viagens entre os continentes americano e europeu.

As características únicas da Graciosa e do Corvo têm vindo a ser conhecidas por um número crescente de turistas, registando estas ilhas uma procura maior desde que, em setembro de 2007, foram classificadas como Reserva da Biosfera.

“Uma das coisas que sobressaiu nestes cinco anos, foi o aumento da procura turística, tanto de cidadãos nacionais como de estrangeiros”, afirmou João Bettencourt, diretor regional do Ambiente, em declarações à Lusa, referindo-se aos dados disponíveis de visitas nos centros de interpretação existentes nas duas ilhas.
João Bettencourt frisou que se “nota” também um interesse crescente das pessoas que visitam estas ilhas em conhecer melhor as duas Reservas da Biosfera.

No mesmo sentido, Manuel Avelar, presidente da Câmara de Santa Cruz da Graciosa, afirmou à Lusa que esta classificação não trouxe apenas “notoriedade”, mas também vantagens para a economia local.
“É verdade que não trouxe dinheiro, mas trouxe mais turistas à Graciosa”, frisou o autarca, acrescentando que “foram muitos” os turistas que chegaram à ilha depois da sua classificação pela UNESCO.

Menos otimista, Manuel Rita, presidente da Câmara do Corvo, disse à Lusa que a classificação de Reserva da Biosfera “pouco ou nada trouxe de novo à ilha”.

Talvez por ser a mais pequena e a mais longínqua ilha do arquipélago, com alguns problemas de acessibilidades, o Corvo não terá registado, na perspetiva de Manuel Rita, mais procura turística por causa da classificação da UNESCO.

O diretor regional do Ambiente frisou, no entanto, que as mudanças nas ilhas classificadas não se verificam apenas no setor do turismo.

Para João Bettencourt, há a registar também uma “maior sensibilidade” dos habitantes locais para as temáticas relacionadas com a preservação ambiental e uma maior procura em matéria de “conhecimento”.
Neste aspeto, os dois autarcas estão de acordo que ainda há muito trabalho pela frente.

“É difícil mudar as mentalidades”, frisou Manuel Rita, referindo-se aos hábitos dos habitantes do Corvo em matéria de tratamentos de resíduos numa ilha onde só agora está a ser implementado um sistema de seleção de lixos.

A pensar nesta questão, o Governo Regional decidiu dar prioridade à Graciosa e ao Corvo na construção dos centros de processamento de resíduos, que já estão a funcionar nas duas ilhas.

A classificação da UNESCO, além das alterações nas áreas do turismo e do ambiente, passou também a ser utilizada em artigos e na correspondência de cerca de três dezenas de empresas e instituições locais, na sequência de um diploma aprovado no parlamento açoriano que autoriza a utilização do selo ‘Reserva da Biosfera’.

No arquipélago dos Açores, a ilha da Flores também foi classificada como Reserva da Biosfera, mas só em 2009.

Fonte: Lusa

In: http://www.rtp.pt/acores