sábado, 14 de janeiro de 2012

Destaque de hoje neste blogue 14/01/2012 - Portalegre: Fecho de hotel ficou a dever-se a questões de gestão e marketing

Portalegre: Fecho de hotel ficou a dever-se a questões de gestão e marketing

- Turismo do Alentejo  

O presidente da Entidade Regional de Turismo (ERT) do Alentejo considera que o encerramento do hotel de São Mamede em Portalegre ficou a dever-se a questões ligadas à gestão e ao marketing.

Ceia da Silva, que falava, quinta-feira, em conferência de imprensa, disse ter informações por parte dos trabalhadores indicando que a unidade hoteleira tinha uma “boa taxa de ocupação”.

O mesmo responsável lembrou ainda que foi um dos críticos da decisão da administração do hotel de São Mamede em deslocalizar a unidade hoteleira do centro da cidade para a zona industrial.

O hotel de São Mamede, único hotel da cidade de Portalegre, encerrou terça-feira, depois de todos os trabalhadores da unidade hoteleira terem suspendido os contratos de trabalho devido a salários em atraso.

Os 22 trabalhadores da unidade hoteleira têm quatro meses de salários em atraso a que se juntam os subsídios de Natal de 2010 e Férias e Natal de 2011.

O hotel São Mamede, inaugurado em 2009, pertence a uma família com tradição na hotelaria, responsável pelo antigo hotel D. João III, que esteve em actividade durante largos anos na cidade de Portalegre.
Gabriel Nunes/Susana Mourato

In: http://www.radioportalegre.pt

sábado, 31 de dezembro de 2011

Destaque de hoje neste blogue 31/12/2011 - Marca Coca-Cola “rouba” ano novo à Super Bock

Marca Coca-Cola “rouba” ano novo à Super Bock
Por: Rebeca Venâncio  

É inédito na história da marca em Portugal: a bebida comprou o último minuto de 2011 e o primeiro de 2012 nos três canais.
A Coca-Cola quer partilhar felicidade com os portugueses, e isso começa no último minuto de 2011 e no primeiro de 2012. A marca comprou este espaço nos três canais generalistas, uma acção inédita na história da bebida em Portugal, e depois de 16 anos consecutivos de patrocínio Super Bock à entrada no novo ano - quer fosse através do relógio de ‘countdown', ou com o último ou primeiro anúncio do ano. Desta vez, a Unicer fica-se pelo relógio na RTP e na SIC.
A acção surge imediatamente antes de o IVA da Coca-Cola subir dos seis para os 23%. Questionado sobre se este facto motivou o investimento adicional em marketing, Filipe Bonina, director de Marketing da Coca-Cola, garantiu que "não".
A conquista do primeiro minuto do ano na RTP, SIC e TVI, com o ‘spot' "Razões para acreditar num mundo melhor" - que estreou no Natal - representa "cerca de 18% do investimento publicitário com a marca em 2011", explicou o responsável. Para Filipe Bonina, não é estranho o reforço do investimento. "A Coca-Cola sempre investiu nesta época por partilhar valores inerentes a este período. Este ano fazia ainda mais sentido, dada a situação económica adversa e o sentimento de pessimismo generalizado", admitiu.

In: http://economico.sapo.pt

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Destaque de hoje neste blogue 15/12/2011 - Os truques para seduzir clientes a comprar mais

Os truques para seduzir clientes a comprar mais

Música de fundo, aromas no ar, até a impressão nos sacos: tudo ajuda a deixá-lo com espírito de Natal e mais disposto a gastar

O que nos faz entrar numa loja e não na loja do lado? Será apenas o que está na montra? Muitas vezes, os consumidores nem têm consciência disso, mas são pequenos pormenores, dos quais nem sempre nos damos conta, que nos atraem numa direcção em detrimento de outra. Nós explicamos-lhe os truques usados pelas lojas, especialmente nesta época natalícia, para seduzir clientes e levá-los a gastar mais.

Algumas cadeias optam por decorações minimalistas e apostam antes nos preços baixos, enquanto que outras se cobrem de brilho e recriam o verdadeiro ambiente natalício, com piano em música de fundo e sininhos a tocar. Nos EUA, os últimos dados das vendas mostram que as segundas se deram melhor do que as primeiras, mesmo em crise.

Os especialistas defendem que, mesmo que não o admitam, ou que nem sequer tenham consciência disso, os consumidores estão dispostos a pagar mais por experiências agradáveis, confortáveis e únicas. É a psicologia a funcionar.
A verdade é que, mesmo que não queiramos, o ambiente recriado nas lojas durante o Natal tem um forte apelo sobre a nossa mente. As decorações idílicas, a música de fundo, as fragrâncias a pinheiro, e até o toque natalício nos sacos das cadeias de retalho têm o seu efeito.

Nos EUA, a Macy’s apostou nisto tudo. Transformou o centor comercial na Terra do pai Natal (Santaland) e mandou fazer sacos de Natal com a inscrição «Acredite». E não se queixa das vendas.

Há lojas que oferecem taças de champagne aos clientes, outras contratam DJ para pôr música a tocar, ou espalham aromas pelo ar. Pequenos truques que ajudam a criar um ambiente de Natal e que incutem no cliente um estado de espírito mais solto.

«Os consumidores são atraídos às lojas pelo merchandising mas também pela excitação e pelo gozo da experiência. Os clientes querem ser entretidos, apreciados, ou até mesmo surpreendidos enquanto estão a fazer as compras», explica a vice-presidente da Macy's nas relações com os media e marketing, Holly Thomas.

In: http://www.agenciafinanceira.iol.pt

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Destaque de hoje neste blogue 13/12/2011 - Portugueses não viajam no final do ano

Portugueses não viajam no final do ano

Medidas de austeridade são as razões apontadas


Outrora tempo para uma pausa retemperadora ou para umas mini-férias, o Natal e a passagem de ano passaram a ser uma época onde a contenção é a palavra de ordem.
De acordo com o estudo sobre o impacto das medidas de austeridade nas intenções de férias dos portugueses no Natal e no Ano Novo de 2011 realizado pelo Instituto de Planeamento e Desenvolvimento do Turismo, 93 por cento dos inquiridos não vai viajar durante as festas de fim de ano.
As medidas de austeridade, como o corte nos subsídios de Natal e o aumento da carga fiscal, são a razão mais apontada em 40 por cento das respostas.
Apenas 7,4 por cento revelam que vão passar férias fora de casa nesta época, a maior parte dos quais quer fazer tudo como fez no último ano, com 77 por cento a dizer que vai estar de férias o mesmo número de dias e 59 por cento a revelar que vai gastar o mesmo dinheiro que em 2010.
O estudo, realizado com base em 422 entrevistas telefónicas válidas, efectuadas entre 15 e 30 de Novembro, avaliou também as intenções de férias dos portugueses para o Verão de 2012.
Segundo as respostas dos entrevistados, sete em cada 10 inquiridos não tenciona viajar durante o período de férias do próximo ano e, daqueles que o fazem, quase um terço pretende gastar menos do que durante este ano.
Em relação às principais razões que levam os portugueses a optar, cada vez mais, por não viajar durante o período de férias, mais uma vez, o destaque vai para as medidas de contenção do défice.
Sessenta por cento dos inquiridos considera terem “muita influência” no rendimento disponível para fazer férias, em 2012. Apenas 6,9 por cento refere que o pacote de medidas de austeridade não vai interferir nos planos para o próximo ano.

In: http://www.cmjornal.xl.pt

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Destaque de hoje neste blogue 05/12/2011 - "O licor de Portugal" que foi pioneiro da publicidade

"O licor de Portugal" que foi pioneiro da publicidade
por Rui Marques Simões
Esta é a história irreverente e bem-sucedida da empresa que sempre soube promover-se... mesmo quando ainda ninguém pensava em publicidade.
"O que é que se bebe aqui?" Após uma intensa campanha de marketing, a resposta ficou na ponta da língua dos portugueses: "Licor Beirão". Essa foi apenas mais uma das irreverentes e bem-sucedidas iniciativas promocionais da empresa, que desde os anos 40 - quando quase ninguém pensava no assunto - inova em termos de publicidade. Dos cartazes espalhados pelas bermas das estradas nacionais às campanhas com Manuel João Vieira, José Diogo Quintela e Paulo Futre, e agora até com Angela Merkel e Nicolas Sarkozy, tudo tem servido para aproximar a marca dos seus admiradores. E é por isso que, ainda hoje, o "licor de Portugal" sai todos os dias, em grandes quantidades, da Lousã para todo o País (e mundo).
"Licor Beirão - o licor de Portugal" era precisamente a mensagem de um dos primeiros cartazes que José Carranca Redondo (pai do actual sócio-gerente da empresa, José Redondo) andou a espalhar pelas paredes e estradas do País. Em 1940, com 24 anos, o industrial lousanense investiu todas as suas economias para comprar a fábrica do licor (fundada anos antes por um antigo vendedor de vinho do Porto, que se apaixonara pela Lousã e por uma habitante local). "Investiu tudo e, de seguida, pediu dinheiro emprestado para fazer publicidade", conta o filho. "Já viram o que é, em plena crise e II Guerra Mundial, pedir dinheiro emprestado para fazer cartazes? Hoje toda a gente tem orçamento para publicidade, mas na altura quem é que pensava nisso?", questiona José Redondo.
Carranca Redondo pensou. E fez. Os cartazes na berma das estradas ainda lhe custaram muita ida a tribunal. "Foram 93 acções postas pelo Estado. Dessas, só perdeu a primeira... quando foi defendido por um advogado. Depois, fez a sua própria defesa e levou sempre a melhor", recorda o filho.
A essas campanhas seguiram-se outras, da irreverente imagem de uma pin-up semivestida, abraçada a uma garrafa de licor, ao slogan mais polémico dos tempos do Estado Novo: "Licor Beirão, o beirão de quem se gosta" (diz-se que o beirão Salazar sorriu, em surdina, ante a ousadia do industrial da Lousã). Carranca Redondo "era um homem que todos os dias pensava algo de novo". Era até digno de ser estudado nas faculdades de Publicidade e Marketing, admite o filho: "Vem aí muita gente fazer pesquisa. Ele estava 30 ou 40 anos adiantado no tempo."
José Carranca Redondo morreu em 2005, mas a marca - hoje dirigida pelo filho do fundador, já coadjuvado pelo netos - continuou pujante e com imaginativas campanhas publicitárias. Depois do "campino" José Diogo Quintela e do "político" Paulo Futre, agora são caricaturas de Angela Merkel e Nicolas Sarkozy a ocuparem a publicidade natalícia da marca, que já por aí circula.
Afinal, os anos passaram mas o Licor Beirão manteve a personalidade. A preservá-la está a tradição familiar. "A força familiar é um dos pontos fortes da empresa. Os meus filhos cresceram aqui comigo - as funcionárias ainda hoje os tratam por tu", explica José Redondo, que também já tenta integrar os seus netos no dia-a-dia da fábrica, levando-os a conhecer os seus cantos nos tempos livres e férias escolares.
Assim, o futuro do famoso licor - fruto de 13 plantas provenientes de todo o mundo - estará sempre assegurado. Nos próximos tempos, José Redondo também quer inovar nos produtos associados à marca (depois de caipirão e morangão, há novas surpresas a caminho). E deseja aumentar as exportações, que, por agora (Espanha, Alemanha, Estados Unidos, Luxemburgo, Suíça...), valem 10% das vendas. Com esse intuito, vai arrancar em breve uma campanha no país vizinho, com Paulo Futre como embaixador. Será que vai pôr os espanhóis a perguntarem "¿Qué es lo que usted bebe aquí?"

In: http://www.dn.pt






ver making of do spot com o Futre em: http://www.youtube.com/watch?v=nki0Zoc1GJA

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Destaque de hoje neste blogue 30/11/2011 - Turismo pode gerar vendas recorde em ano de crise

Turismo pode gerar vendas recorde em ano de crise
Por: Carlos Caldeira   
30/11/11 08:42
Principal associação do sector estima que volume de negócios chegue a oito mil milhões.
As receitas do sector do turismo "deverão bater o recorde dos oito mil milhões de euros este ano, representando cerca de 11% do produto interno bruto português". A estimativa é avançada pelo presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens (APAVT), João Passos, ao Diário Económico, e será um dos números em debate no congresso anual da associação que arranca amanhã, dia 1, em Viseu.
"Trata-se de um sector extremamente transversal a toda a economia e Portugal tem todas as condições para continuar a consolidar os seus mercados turísticos", comenta João Passos, acrescentando que já se "notam resultados interessantes dos turistas vindos do Reino Unido, Alemanha e França". O dirigente realça ainda o mercado do Brasil, que vai ter um painel específico no XXXVII Congresso nacional da APAVT, um dos mais importantes do sector, e quetermina no próximo sábado.
O painel "Portugal-Brasil - Turismo nos Dois Sentidos", pretende ser um espaço dedicado ao debate das estratégias que permitam, por um lado, potenciar o crescimento do turismo brasileiro em Portugal e, por outro, a retoma do crescimento do turismo português no Brasil. O evento vai ainda debater os actuais desafios do turismo, como "o aumento do IVA, a crise económica e os modelos de relacionamento na distribuição", explicou João Passos. 
In: http://economico.sapo.pt/noticias

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Destaque de hoje neste blogue 15/11/2011 - Dicas para montar um Plano de Marketing

Dicas para montar um Plano de Marketing
Existem diversos modelos de Planos de Marketing com estruturas e conteúdos com algumas variações, mas todos eles apresentam o mesmo objetivo principal: orientar a empresa a se planejar com foco estratégico, de forma padronizada e organizada, visando ao sucesso de sua atuação no mercado-alvo.

Desenvolvendo uma estrutura simplificada do Plano de Marketing:
1. Objetivo / Motivação
Qual é o motivo principal para elaboração do Plano de Marketing? 

Rever/mudar um negócio existente, expandir um negócio existente, lançar novos produtos ou serviços, aumentar a participação de mercado.

2. Análise Interna
A análise dos pontos fortes e fracos, ameaças e oportunidades, também é chamada de análise FOFA (Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças) e possui o objetivo de identificar os pontos fortes e fracos internos da empresa, assim como as oportunidades e ameaças externas do mercado e da concorrência. Cuidado! Muitas pessoas confundem pontos fortes e fracos (ambiente interno) com ameaças e oportunidades. Os pontos fortes e fracos são todas as situações que a empresa possui total ou relativo poder de gerência, ou seja, pode controlar e atuar sobre eles. As ameaças e oportunidades são forças incontroláveis pela empresa, a qual não possui gerência alguma sobre elas.
Pontos Fortes: O empreendedor é formado em administração de empresas; tradição no mercado; boa localização e sede própria; situação financeira estável; logística de entrega adequada; rapidez no atendimento; qualificação da equipe técnica; adequado nível de informatização; cadastro de clientes atualizado.
Pontos Fracos: Vendedores sem perfil para a função; equipe de atendimento desqualificada; elevado tempo de entrega; não há recursos próprios para maiores investimentos em equipamentos e em uma campanha publicitária; a linha de produtos é a mesma há 10anos.
3. Análise do Ambiente Externo
É feita uma análise de ambiente por intermédio do mapeamento das ameaças e oportunidades, tendências e avaliação da concorrência. As ameaças e oportunidades podem ser divididas em diversas variáveis ou forças como: sociais, culturais, demográficas, econômicas, tecnológicas, políticas . Variáveis Sociais – padrões de comportamento; maior número de residências com animais de estimação, mais pessoas morando sozinhas. Culturais – hábito da leitura; valores e crenças de uma comunidade. Demográfico – 70% da população de uma cidade vive na zona rural e a média de idade é de 58 anos. Econômicas – a renda per capita do público-alvo. Nível de desemprego em uma região. O site do Banco Central do Brasil disponibiliza diversas informações relevantes. Tecnológicas – acesso à internet; desenvolvimento de novas matérias primas com objetivos específicos. Políticas e legais – aprovação da lei que proíbe o consumo de bebidas após as 23:00. Reajuste de uma taxa ou imposto. Variáveis Físicas/Naturais – aspectos ambientais como clima, relevo,disposição de recursos naturais como pedras preciosas, petróleo .
Exemplo de Oportunidades: A mulher brasileira é naturalmente vaidosa e nunca deixa de investir em sua beleza ou higiene pessoal. A população de baixa renda é a mais beneficiada com o recente crescimento econômico. Exemplo de Ameaças: Novas legislações de proteção ao consumidor podem exigir mudanças em nossas embalagens, gerando investimentos não previstos. 

Quais as oportunidades e ameaças de seus principais concorrentes
?
4. Identificação de Oportunidade
É quando a empresa percebe que pode satisfazer mais rapidamente seus clientes e assim obter maior sucesso. É necessário estar atento às oportunidades e verificar sua viabilidade, pois nem sempre uma boa oportunidade será viável para uma determinada empresa.
5. Objetivos Estratégicos: Específicos – Não pode haver dúvida sobre o que se quer medir, por exemplo, "melhorar o negócio" é muito vago. Seria bem melhor algo como: "aumentar as vendas do Produto A na Região Sul".
Mensuráveis – é necessário determinar objetivos de forma que se possa mensurá-los. Exemplos: aumentar vendas em 12%; Inaugurar 3 lojas na cidade de São Paulo.
Temporais – é importante determinar o período, estipular prazos. Deverá responder à pergunta: até quando? Exemplo: Inaugurar três lojas até o início da próxima copa do mundo. 

Motivadores e realizáveis – são objetivos desafiadores, mas realistas e atingíveis. Em outras palavras, se os objetivos forem demasiadamente difíceis, quase impossíveis de serem atingidos, muito provavelmente a equipe ficará desmotivada, pois poderão entender que são objetivos impossíveis, portanto irrealizáveis.
6. Perfil dos Clientes: Qual é o perfil dos seus clientes pessoas físicas? Quais os critérios que seus clientes usam para decidir a compra? Alguns possíveis critérios: preço, formas e facilitação de pagamento; qualidade, quantidade, atendimento; conveniência; imagem da marca e status; serviços complementares. Qual é o perfil de seus clientes empresariais? Quais os critérios que seus clientes empresariais usam para decidir a compra? Alguns possíveis critérios: Preço e Formas de Pagamento; prazo de entrega; qualidade; assistência técnica; capacidade de produção e de atendimento; imagem da marca e status; serviços complementares; exclusividade de fornecimento; épocas (sazonalidade).
7. Diferencial. O que você oferece ou pretende oferecer para se diferenciar e atrair clientes para o seu negócio e não perdê-los para os concorrentes?
Os diferenciais devem ser valorizados pelos clientes e pode estar nas coisas simples. Exemplo: Um cliente em uma cafeteria, ao solicitar uma empada, surpreende-se ao ver que ela foi servida em um prato decorado com uma folha de alface e uma fatia de tomate cereja. Isso pode ser pouco para o empresário, mas surpreendente para o cliente que esperava apenas uma empada e um guardanapo.
8. Estratégias de Marketing:  Estratégias de marketing são os meios pelos quais os objetivos estratégicos de marketing serão alcançados. Essas estratégias são divididas por 4 P's, que chamamos de mix de marketing (preço, produto/serviço, ponto de venda/distribuição e promoção/comunicação). 
Quais as principais características do seu produto ou serviço sob a ótica dos seguintes atributos? Quais as necessidades ou desejos que seu produto/serviço vai satisfazer: qualidade, embalagem, serviços adicionais, variedade, estilo, design, garantia. Exemplo: Estratégias de Produto/Serviço. Desenvolvimento de nova embalagem com sistema para fechar após consumo. Renovar o portfólio de serviços. Fazer pesquisa de embalagens de concorrentes, inclusive fora do país. Contratar escritório de design. Fazer levantamento dos serviços menos contratados. Avaliar mercado. Ouvir clientes. Considerar tendências. Ação: Quando e Quanto: R$...
Estratégias de preço envolvem assuntos como: formação do preço de venda – método matemático para identificar o valor correto. O preço de um mesmo produto pode variar entre empresas, pois certamente seus custos, e até mesmo carga tributária, poderão ser diferentes. Precificação – o preço pode seguir a concorrência; pode ser o preço mais baixo (preço de entrada); o preço final pode ser com base nos custos; o preço pode acompanhar a média de mercado. Prazo e formas de pagamento – trata-se do parcelamento (quanto mais parcelas, maior será a necessidade de capital de giro da empresa). Pagamento com dinheiro, cartão, cheque, faturamento, entre outros. 
Estratégias de Promoção. As estratégias de comunicação devem ser direcionadas aos diversos públicos das empresas (clientes, funcionários, comunidades, fornecedores etc.).  Estratégias de Ponto de Venda / Distribuição. Estas estratégias visam fazer o produto ou serviço chegar às mãos dos clientes alvo da empresa na forma e maneira mais adequada. 
Estratégias de Comercialização. Uma empresa pode comercializar seus produtos/serviços por meio de diversos canais de vendas.
9. Ações e Monitoramento uma estrutura. Um plano, para ter sucesso, necessita ser acompanhado e monitorado constantemente. E, caso necessário, poderá ser alterado.
In: www.sebrae.com.br